fósforos molhados.
depois do escrito re-inaugural de ontem, bateu-me um exagerado saudosismo e uma curiosidade a respeito de onde eu teria enfiado os velhos textos do primeiro inferno. admito que cheguei até a considerar a hipótese de republicá-los, sob um tag como “há tantos anos no inferno”, antes de concluir o quão picareta isso seria.
ocorre que, fechado o antigo inferno tão de supetão, o máximo que fiz para preservar seu legado foi fazer um dump do banco de dados do servidor em um arquivo SQL e largar por aí… em algum lugar.
continua...
fagulhas