primeiro inferno, redux.
pois bem. prometo que esse será meu último post relacionado ao antigo inferno, e por motivos que ficarão óbvios.
após o término da aventura com o parafuso ontem, consegui fazer o pc funcionar e recuperar alguns dos arquivos. estavam não num arquivo sql, como eu conjecturara, e sim num banco de dados instalado num drive que teve um windows instalado em algum momento do passado, mas não mais. pelo linux, que agora é o único sistema operacional do pc, consegui importar o banco de dados e recuperar os posts do inferno de outubro de 2003 a fevereiro de 2004. infelizmente, parece que, na ânsia de esquecer quem eu tinha sido e destruir quaisquer evidências do dramático fim do primeiro inferno, eu me sabotei e apaguei tudo que foi postado depois disso. na época, talvez tivesse parecido a coisa a certa a se fazer; hoje, eu não penso mais assim.
entretanto, esses arquivos do banco de dados estavam consideravelmente corrompidos, sendo que a maior parte dos posts estava simplesmente sem caracteres acentuados (e, por sem caracteres acentuados, eu quero dizer “gua” ao invés de “agua”). o começo do inferno, via blogger e no servidor da portland.co.uk, possivelmente está fora de alcance também, mas desses eu não me arrependo de ter perdido (o post sobre alias vai me assombrar para sempre, acreditem-me).
os arquivos que restam, do final de setembro de 2002 ao começo de outubro de 2003, foram a maior surpresa. no mesmo cd que eu havia procurado o na verdade inexistente arquivo sql, encontrei o blog todo, inteirinho, intacto. ainda mais porque na época eu usava o greymatter, um sistema que, como o blogger costumava ser antes da aquisição pelo google, gera as páginas estaticamente no servidor, sem depender de um banco de dados.
portanto, para encerrar esse pequeno ciclo inicial de posts da volta do inferno, apresento-lhes, em segunda mão, sem nenhuma espécie de censura, o primeiro inferno.
tudo que estava no greymatter está lá agora. eventualmente, vou tentar corrigir os posts do maldito wordpress e ir acrescentando lá, possivelmente trocando o layout por aquele que foi o último do inferno em seu primeiro advento.
sigamos, então, em frente, sem tanto saudosismo, que, como chocolate e canja de galinha, em excesso, faz mal.

fagulhas